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Dicas de Saúde

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Doenças Cardiovasculares


Você cuida do seu coração?

A Bayer cuida do seu coração com produtos altamente tecnológicos. Para que você esteja bem e com saúde é preciso se conscientizar sobre a importância da prevenção cardiovascular e da adoção de um estilo de vida saudável. Neste site você pode encontrar algumas informações importantes para que você busque e mantenha sua saúde em ordem!

Uma recente pesquisa realizada pela Bayer, em parceria com a World Heart Federation, revelou que grande parte da população não segue o estilo de vida recomendado para manter o coração saudável. O estudo pesquisou cerca de 2.400 homens e mulheres, com 40 anos de idade ou mais, em diversos países da América Latina, América do Norte, Europa e Ásia.

Embora cerca de 80% dos entrevistados acreditassem ter um coração com saúde, 75% apresentavam ou tinham chances de desenvolver alguma doença cardíaca. Outro dado contraditório mostra que apesar de 82% dos entrevistados considerarem como muito importante os cuidados com a saúde do coração, cerca de 65% tinham dificuldades em seguir as recomendações médicas e adotar medidas preventivas. Durante as entrevistas, duas em cada três pessoas afirmaram não ter tempo para praticar atividades físicas regulares, um fator extremamente prejudicial à saúde cardíaca.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, o infarto e o derrame são as principais causas de morte em todo o mundo, sendo responsáveis por mais de 16,7 milhões de óbitos a cada ano. No Brasil, este cenário se repete e as doenças cardiovasculares são a principal causa de mortalidade, respondendo por cerca de 300 a 400 mil mortes anualmente.

Principais fatores de risco para o coração:

Hipertensão:

Ter pressão alta, não significa ter problemas no coração. Muitas vezes a hipertensão arterial não apresenta sintomas. A hipertensão arterial, na grande maioria das vezes, não tem uma causa conhecida. Sabe-se que além da herança familiar, hábitos como comer alimentos com excesso de sal, estresse, peso acima do ideal, sedentarismo e tomar bebidas alcoólicas em excesso, aumentam os riscos de desenvolver hipertensão. Alguns sintomas de hipertensão são dor na nuca, dor de cabeça, sangramento nasal, tontura e vermelhidão facial. Em relação à população geral, indivíduos hipertensos tem uma chance de apresentar infarto cardíaco 3 vezes maior, e derrama cerebral 7 vezes maior. A hipertensão arterial ou pressão alta pode passar desapercebida, pois sua evolução é lenta. Uma pressão mais alta que 14 por 9 medida duas vezes, em dias diferentes, evidencia a hipertensão.

Diabetes:

Você tem sentido sede excessiva? Tem urinado com maior freqüência? Tem apresentado perda ou ganho de peso sem causa aparente? Tem apresentado machucados, cortes ou infecções que demoram a sarar? Alguém da sua família teve ou tem diabetes? Você fica cansado logo, sem nenhuma razão aparente? Se você respondeu sim para algumas destas questões, seria interessante procurar um médico. É que estes sinais podem indicar o diabetes, distúrbio caracterizado pela incapacidade do organismo em metabolizar o açúcar ingerido nas refeições. Mas apenas o especialista pode confirmar estas suspeitas e prescrever os cuidados adequados. Em muitos casos, o tratamento envolve apenas uma mudança de hábitos. Em outros, há a necessidade de tratamento medicamentoso. Se não tratado, o diabetes pode acometer vários órgãos, entre eles o coração, rins, pés e olhos. Além disso, o diabético corre um risco maior de ter doenças cardíacas. O tratamento do diabetes é essencial para um coração saudável, bem como para sua saúde em geral.

Colesterol:

Você sabia que o peso corporal não está relacionado com o nível de colesterol no sangue? Existem pessoas magras com taxas elevadas de colesterol e obesos com colesterol equilibrado. É o abuso na ingestão de gorduras saturadas (aquelas presentes nos alimentos de origem animal) que pode acarretar um acúmulo de gorduras nos vasos sanguíneos, até mesmo para quem não tem predisposição à elevação do colesterol. Altos níveis de colesterol e triglicérides em geral são assintomáticos e contribuem para o aparecimento de doenças cardíacas. Entretanto, uma dieta saudável ajuda a normalizar os níveis de colesterol e triglicérides.

Obesidade:

Segundo um relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS), a obesidade já atingiu características de epidemia, afetando atualmente cerca de 400 milhões de adultos em todo o mundo. Estima-se que no ano de 2015 aproximadamente 2,3 bilhões de pessoas estarão com sobrepeso, e destas 700 milhões serão obesas. As causas para o crescimento desta epidemia são várias, entre elas o consumo aumentado de alimentos pobres em nutrientes e ricos em calorias, (níveis altos de açúcares e gorduras) associado à redução da atividade física. A presença da obesidade está associada a um risco de mortalidade aumentado por doenças cardiovasculares (infarto, derrame). Esse risco aumentado é decorrente da associação da obesidade com outras doenças, que muitas vezes são descobertas em conjunto como a hipertensão arterial, o diabetes mellitus tipo 2 e o aumento do colesterol. O Índice de Massa Corporal (IMC) é o índice mais utilizado para diagnosticar a obesidade e o sobrepeso e é definido como a relação entre o peso do indivíduo (em kg) dividido pelo quadrado da altura (em m2).

Tabagismo:

200.000 mortes por ano estão relacionadas ao tabagismo no Brasil o que corresponde a 1 morte por hora. Sabemos que é difícil parar de fumar, mas existem grupos de apoio para ajudá-lo a largar o vício, fazendo grande diferença na prevenção de doenças cardíacas e reduzindo, também, o risco de câncer de pulmão e outras doenças relacionadas. Aqui vão algumas dicas:

• Procure um médico, pois atualmente existem opções eficazes de tratamento farmacológico;
• Tente diminuir o número de cigarros fumados;
• Descubra quais são as situações em que a vontade de fumar é maior (exemplos: após o café, ao beber bebidas alcoólicas, etc) e procure evitá-las;
• Retire de casa os produtos relacionados ao tabaco, como cinzeiros e isqueiros;
• Passe a fumar fora de casa, do carro e do ambiente de trabalho. Desta forma, reduz-se o cheiro de cigarro nesses locais e por conseqüência a tentação para fumar;
• Solicite aos familiares e amigos que não fumem perto de você e nem dentro de casa;
• Se há algum fumante que divide com você o ambiente doméstico, convença-o a interromper o tabagismo, e se não for possível peça a ele para não fumar dentro de casa;
• Lembre-se dos benefícios que terá ao parar de fumar.

Sedentarismo:

Basta praticar exercícios moderados diariamente por 30 minutos que seu coração já agradecerá. Isso significa usar a escada em vez do elevador, deixar o carro em casa e ir a pé até a locadora ou ao supermercado e pedalar a bicicleta ergométrica enquanto assiste à novela ou lê o jornal. Entretanto, antes da prática regular de exercícios você deve procurar seu médico. É difícil começar? Então comece deixando 15 minutos do seu tempo de cada dia para uma caminhada. Você vai gostar dos resultados. Lembre-se que em todas as idades pode-se e deve-se realizar atividade físicas e obter assim benefícios para a saúde. E procure sempre praticar atividades que lhe agrade: esportes de praia, natação, ciclismo, golf, dança, jardinagem e até atividades domésticas. Beneficia o corpo e a mente!

Bebida Alcoólica:

A ingestão excessiva e regular de bebidas alcoólicas pode prejudicar o organismo, e comprometer a disposição para trabalhar e viver com bem estar. No sistema cardiovascular o uso regular do álcool pode elevar a pressão sangüínea e acometer o coração.

Stress:

De acordo com a pesquisa realizada pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, os homens que vivem ansiosamente têm um risco seis vezes maior de sofrer um ataque cardíaco fatal. Exercícios físicos, um hobby, o convívio com familiares e amigos e férias regulares são práticas que tendem a minimizar o stress.

Histórico Familiar:

Cada vez mais pesquisas mostram a ligaçã?o entre o código genético de cada um e sua disposição ao aparecimento de problemas cardíacos. Prestar atenção em seu corpo e nos sintomas que você possa ter é importante, mas alguns sintomas podem ser desapercebidos. Se você sabe seu histórico familiar, você pode ajudar seu médico a diagnosticar esses problemas antes que eles evoluam.

Cheque a sua Saúde!

Vá ao médico pelo menos uma vez por ano, mesmo que você esteja se sentindo bem e não perceba nenhum sintoma. A prevenção ainda é o melhor remédio!

Dicas para um coração saudável

• Em primeiro lugar você deve, pelo menos uma vez ao ano, procurar a orientação de um médico;
• Mantenha-se fisicamente ativo;
• Controle sua pressão arterial;
• Controle seus níveis de colesterol;
• Adote uma dieta saudável, rica em frutas, folhas, fibras e pobre em açúcar e gordura;
• Reduza a ingestão de sal;
• Reduza o excesso de peso;
• Pare de fumar.

Procure seu médico para obter mais informações.


Pré-Diabetes


PRÉ-DIABETES: fundamental identificar e tratar.

Aproximadamente 170 milhões de pessoas ao redor do mundo têm diabetes. A grande maioria é portadora de diabetes do tipo 2, doença caracterizada pelo aumento dos níveis de glicose (açúcar) no sangue, que surge na idade adulta, principalmente entre os indivíduos sedentários, obesos e com história de diabetes na família. Além disso, há dados também expressivos e preocupantes que indicam que cerca de 310 milhões de pessoas possuem PRÉ-DIABETES.

Você sabe o que é PRÉ-DIABETES?

Pré-diabetes é uma condição clínica em que o paciente apresenta elevação anormal dos níveis sanguíneos de glicose, no entanto, esses níveis não são suficientemente altos para que seja caracterizado o diagnóstico de diabetes. O termo intolerância à glicose, adotado há mais tempo pelos médicos, também é uma forma de se referir ao PRÉ-DIABETES. No entanto, atualmente, prefere-se utilizar apenas PRÉ-DIABETES.

Por que é importante saber se você tem PRÉ-DIABETES?

Acredita-se que a maioria dos pacientes portadores de diabetes do tipo 2, antes de terem o seu diagnóstico estabelecido, passaram por uma fase de PRÉ-DIABETES. Isso significa, como o próprio nome diz, que o diabetes é uma evolução do PRÉ-DIABETES. Estudos científicos mostram que 50% das pessoas com PRÉ-DIABETES, se não tratadas, irão desenvolver diabetes do tipo 2 e as suas possíveis complicações (alterações na circulação sanguínea, doença coronariana, comprometimento do funcionamento renal, ocular e dos nervos) nos dez anos seguintes de sua vida. Além disso, os portadores de PRÉ-DIABETES apresentam 34% mais chances de morrerem devido a um evento cardiovascular (infarto do miocárdio ou derrame cerebral) do que pessoas saudáveis.

Quais são os sintomas provocados pelo PRÉ-DIABETES?

Os pacientes com PRÉ-DIABETES não apresentam sintomas provocados diretamente por essa condição. Tal fato é um dos principais motivos pelo qual o PRÉ-DIABETES não é sempre reconhecido precocemente, comprometendo o seu tratamento adequado.

Quando suspeitar da presença de PRÉ-DIABETES?

Como o PRÉ-DIABETES tem evolução silenciosa, ou seja, sem sintomas, é necessário que essa condição seja procurada ativamente nos pacientes com maior risco de desenvolvê-la. Veja abaixo uma lista das condições de risco para PRÉ-DIABETES. Quanto mais destas condições você apresentar, maior o seu risco, e maior a necessidade de você procurar o seu médico e conversar com ele sobre o PRÈ-DIABETES.

Idade acima de 50 anos
Obesidade
História de familiares com diagnóstico de diabetes do tipo 2
Mulheres que apresentaram diabetes durante a gravidez ou geraram filhos com mais de 4 kg
Pressão alta
Colesterol alto
Dieta inadequada, com ingestão de grandes quantidades de carboidratos (massas, pães, bolos, doces)
Vida sedentária, com pouca prática de atividade física.


Como é feito o diagnóstico de PRÉ-DIABETES?

O diagnóstico de PRÉ-DIABETES é realizado a partir da determinação dos níveis sanguíneos de glicose (glicemia), solicitados pelo seu médico. Para tanto, deve ser realizada a glicemia de jejum (mínimo de oito horas) e/ou o teste de sobrecarga oral à glicose (consiste em dosar a glicose duas horas após a ingestão de 75 gramas de glicose). O diagnóstico de certeza é estabelecido quando pelo menos um dos seguintes resultados ocorre:

Glicemia de jejum de 100 mg/dl a 125 mg/dl
Teste de sobrecarga oral à glicose de 140 mg/dl a 199 mg/dl.


Existe tratamento para o PRÉ-DIABETES?

Sim, há tratamento para o PRÉ-DIABETES. O tratamento adequado é fundamental para a saúde dos pacientes, pois é capaz de adiar ou impedir o desenvolvimento do diabetes propriamente dito. Assim, podemos dizer que tratar o PRÉ-DIABETES é uma forma de prevenir o diabetes do tipo 2. Além disso, corrigindo as alterações da glicose encontradas no PRÉ-DIABETES estamos também prevenindo as chances do paciente apresentar doenças cardiovasculares, como angina, infarto do miocárdio e derrame cerebral.

Qual é o tratamento para o PRÉ-DIABETES?

O tratamento do PRÉ-DIABETES consiste principalmente em instituir mudanças no estilo de vida, o que significa adotar medidas compatíveis com uma vida mais saudável. Quanto mais cedo essas medidas são adotadas maiores são as chances de sucesso do tratamento. Estudos científicos mostraram que a realização de atividade física regular, cerca de 30 minutos por dia de exercícios moderados, associada à perda de 5% a 10% do peso é capaz de reduzir em até 58% o desenvolvimento de diabetes. Além disso, afastar outros fatores maléficos, como o cigarro, que em conjunto com o PRÉ-DIABETES aumentam as chances de complicações cardiovasculares também é importante. Assim, se você tem PRÉ-DIABETES pense seriamente em realizar as seguintes mudanças na sua vida: Realize exercícios físicos regularmente: caminhar diariamente por pelo menos 30 minutos é uma ótima opção. Tenha uma dieta mais saudável e balanceada. Coma mais verduras e frutas e corte os excessos em carboidratos (massas, bolos, doces, pães, açúcar) e em gorduras. Reduza a ingestão de álcool. Pare de fumar Há também a possibilidade do uso de medicamento para tratar o PRÉ-DIABETES. O medicamento dever ser considerado quando o indivíduo não consegue mudar de maneira consistente seus hábitos de vida ou quando mesmo com estas mudanças os níveis de glicose no sangue não se modificam. Estudos mostram que o tratamento medicamentoso é capaz de reduzir em aproximadamente 25% as chances de o paciente evoluir do PRÉ-DIABETES para o diabetes.

Eu apresento fatores de risco para PRÉ-DIABETES, porém meus exames de glicose foram normais. O que eu devo fazer?

Se os seus níveis de glicose estão normais, você ainda não tem PRÉ-DIABETES. Isso é ótimo! Você pode e deve adotar as mesmas medidas citadas anteriormente para ter uma vida mais saudável e procurar regularmente o seu médico.

SE VOCÊ APRESENTA FATORES DE RISCO PARA PRÉ-DIABETES PROCURE O SEU MÉDICO E CONVERSE COM ELE A RESPEITO. LEMBRE: REALIZAR ATIVIDADES FÍSICAS REGULARMENTE E TER UMA DIETA BALANCEADA É UM DOS CAMINHOS PARA UMA VIDA SAUDÁVEL.


Andropausa

Disfunção Erétil


Infecção Urinária


O que é infecção urinária?

A infecção urinária é provocada por bactérias, vírus, fungos e outros microorganismos, levando a inflamação dos rins e das vias urinárias O tipo mais comum em adultos é a cistite, inflamação da bexiga que ocorre principalmente em mulheres. A própria anatomia feminina favorece a infecção, já que a vagina fica muito próxima da uretra, canal por onde sai a urina Nos homens, as infecções urinárias estão relacionadas, geralmente, a problemas de cálculo renal ou a complicações com a próstata Um tratamento médico rigoroso é fundamental para restabelecer a saúde, em todos os casos

Quem poderia ter uma infecção urinária?

Pessoas com diabetes
Mulheres que usam diafragma como método contraceptivo
Quem tem histórico de cálculos renais (pedras nos rins)
Quem foi submetido à passagem de sonda vesical

Quais são os sintomas mais comuns?

Vontade freqüente de urinar ou dificuldades no banheiro
Vontade freqüente ou dificuldade de urinar
Dor, queimação ou ardência ao urinar em casos mais avançados
Urina com cheiro forte, podendo ter sangue ou pus
Dor nas costas e no estômago
Tremores, suores, calafrios
Náuseas, vômitos e febre

Existe tratamento?

Sim. As infecções urinárias são combatidas com facilidade a partir do uso de antibióticos de eficácia comprovada. A duração do tratamento depende do diagnóstico e da gravidade da infecção. Crianças e principalmente mulheres grávidas devem receber cuidado médico especial.

Como se prevenir?

Ingira bastante água, pelo menos 2 litros por dia, isso contribui para a formação de um maior volume de urina e a eliminação de eventuais bactérias Faça xixi sempre que tiver vontade As mulheres devem ter cuidados especiais com sua higiene após urinar. Use sempre o papel higiênico de frente para trás. Nunca o contrário, porque pode levar microorganismos da região anal para a vagina, aumentando o risco de infecções Caso persistam os sintomas, o uso de antibióticos pode ser indicado pelo seu médicos


UIII JAN 2009/0109/BR


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